sábado, 20 de dezembro de 2014

Desertores

 
 

Desertores

Reunião pública de 13/5/1960


Questão nº 220 – Parágrafos 1º, 2º e 3º
Médiuns desertores não são apenas aqueles que deixam de transmitir com
fidelidade sinais e palavras, avisos e observações da Esfera Espiritual para a Esfera
Física. De criatura a criatura flui a corrente da vida e todos nós, encarnados e
desencarnados de qualquer condição, estamos conclamados a lutar pela vitória do
Bem Eterno.
Desertores são igualmente:
Os que armazenam o pão, sem proveito justo, convertendo cereais em
cifrões vazios;
 
Os que pregam virtudes religiosas e sociais, acolhendose
em trincheiras de
usura;
Os que fecham escolas, escancarando prisões;
Os que transformam as chaves da Ciência em gazuas douradas;
Os que levantam casas de socorro, desviando recursos que deveriam ser
aplicados para sanar as dores do próximo;
Os que exterminam crianças em formação, garantindo a Impunidade, no
silêncio das próprias vitimas;
As mães que, sem motivo, emudecem as trompas da vida no santuário do
próprio corpo, embriagandose
de prazeres que vão estuar na loucura;
Os que aviltam a inteligência, vendendo emoções na feira do vício;
Os que se afogam lentamente no álcool;
Os que matam o tempo para que o tempo não lhes dê responsabilidade;
Os que passam as horas censurando atitudes de outrem, olvidando os
deveres que lhes competem;
Os que andam no mundo com todos os desejos satisfeitos;
Os que não sentem necessidade de trabalhar;
Os que clamam contra a ingratidão sem examinar os problemas dos
supostos Ingratos;
Os que julgam comprar o céu, entregando um vintém ao serviço da caridade
e reservando milhões para enlouquecer os próprios descendentes, nos inventários de
sangue e ódio;
Os que condenam e amaldiçoam, ao invés de compreender e abençoar;
Os que perderam a simplicidade e precisam de uma torre de marfim para
viver;
Os que se fazem peso morto, dificultando o curso das boas obras...
Deserção! Deserção! Se trazemos semelhante chaga, corrigenda para nós!...
E se a vemos nos outros, compaixão para eles!...

Extraído do Livro Seara dos Médiuns
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel




sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Semeadura

 
 

Semeadura

Sua generosidade chamará a bondade alheia em seu socorro. 
*
Sua simplicidade solucionará problemas para muita gente.
*
Sua complexidade provocará muita dissimulação no próximo.
*
Sua indiferença fará manifesta frieza nos outros.
*
Seu desejo sincero de paz garantirá tranqüilidade no caminho.
*
Seu propósito de guerrear dará frutos de inquietação.
*
Sua franqueza contundente receberá frases rudes.
*
Sua distinção edificará maneiras corretas naqueles que o seguem.
*
Sua espiritualidade superior incentivará sublimes construções
espirituais.
*
Diariamente, semeamos e colhemos. A vida é também um solo
que recebe e produz eternamente.

Extraído do Livro Agenda Cristã
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Espiritismo na prática

 
 
Espiritismo na Prática
Mergulhando a mente nas profundas lições da Doutrina Espírita, o homem se ilumina e descobre os tesouros que buscava, a fim de enriquecer-se de conhecimento e beleza, realizando uma experiência humana caracterizada pela ética-moral relevante, que ressalta do conteúdo superior absorvido.

Não obstante a excelência das informações espíritas, estas impõem como finalidade precípua a transformação íntima da criatura, que deve adotar uma conduta pautada nos seus ensinamentos, graças aos quais se fazem imediatos o aprimoramento moral, a renovação emocional e sua conseqüente aplicação no comportamento social.

Sem a devida utilização dos recursos intelectuais que decifram as incógnitas da existência corporal, toda essa conquista não passará de adorno sem sentido, que não contribui, significativamente, para a felicidade real do indivíduo.

O conhecimento propõe responsabilidade, e esta aciona os mecanismos dos deveres fraternais, concitando à ação positiva, cujos efeitos a Humanidade fruirá em paz e plenitude.

A prática espírita se expressa através da incorporação dos ensinamentos à atividade cotidiana, demonstrando a transformação do caráter melhor, com os seus saudáveis efeitos de bem-estar no grupo social no qual o indivíduo se movimenta.

Irradiando a serenidade que decorre da identificação da lei de causa e efeito, esta modificação conclama, sem palavras, quantos o cercam, a uma correspondente atitude, superando as reações perniciosas que decorrem da ignorância delas.

Por extensão, as ações se expandem em favor do próximo, contribuindo para que as suas aflições sejam diminuídas, atendendo-lhes aos efeitos visíveis, ao mesmo tempo remontando às raízes geradoras das desgraças, a fim de erradicá-las.

A prática do Espiritismo faculta a construção de uma nova sociedade, na qual o egoísmo cede lugar à solidariedade, e a injustiça permite a ação da ética dos direitos humanos, a todos proporcionando o uso e a vivência das bênçãos que o amor de Deus propicia igualitariamente.

Surge, então, como decorrência, uma inevitável alteração dos códigos legais e estatutos atuais com formulações mais consentâneas com o amor, tomando o lugar das leia arbitrárias ainda vigentes em vários Organismos e Nações da Terra.

A prática espírita acende estrelas de esperança nos céus plúmbeos da atualidade e aponta os rumos da solidariedade a todos quantos se enjaulam no personalismo e nas ambições desvairadas do eu enfermo.

Há todo um imenso campo a joeirar.

A terra árida dos corações, maltratada e ao abandono, aguarda a tecnologia do amor a fim de reverdecer, e esse esforço concentrado cabe à prática espírita daqueles que se iluminaram com o conhecimento.

Todas as doutrinas espiritualistas fomentam a ação do bem e a renovação moral do homem, no entanto, só o Espiritismo lhes confere a demonstração da sobrevivência da alma, por meio da mediunidade dignificada.

Utilizar desse imenso acervo de fatos para a prática salutar, colocada no dia-a-dia, é o compromisso que assume o homem inteligente que, tendo a mente esclarecida, dulcifica o coração e torna-se amante do bem, da verdade e da caridade legítima.
 
Extraído do Site o Consolador
Psicografado por Divaldo Pereira Franco
Pelo Espírito Joanna de Angelis






segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Chefia e Subalterno


 


Chefia e Subalternidade

Não olvidar que o chefe é aquela pessoa que se responsabiliza
pelo trabalho da equipe.
A melhor maneira de reverenciar a quem dirige, será sempre
a execução fiel das próprias obrigações.
Quem administra efetivamente precisa da colaboração de
quem obedece, mas se quem obedece necessita prestar atenção e
respeito a quem administra, quem administra necessita exercer
bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que a máquina
do trabalho funcione com segurança.
Orientar é devotar-se.
Aquele que realmente ensina é aquele que mais estuda.
Um chefe não tem obrigação de revelar ao subordinado os
problemas que lhe preocupam o cérebro, tanto quanto o subordinado
não tem o dever de revelar ao chefe os problemas que porventura
carregue no coração.
 
Extraído do Livro Sinal Verde
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz