sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Ansiedade


Ansiedade


Controla a tua ansiedade. A ansiedade mal 
dirigida produz danos orgânicos de variada 
classe e gera mal-estar onde se apresenta. 
Irradia uma onda inquietante e espalha 
insegurança em volta. A pessoa ansiosa requer 
mais atenção, que nem sempre se lhe pode 
dispensar; está sempre queixosa e acarreta 
problemas para as demais; vê o que ainda não 
está ocorrendo e precipita-se a situações 
indesejáveis, para arrepender-se depois. A calma 
é o abençoado antídoto da ansiedade, que advém 
quando desejas esforçar-te para viver em paz.

                              Extraído do Livro Conflitos Existenciais
Psicografado por Divaldo Pereira Franco
Pelo Espírito Joanna de Ângelis

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais Além

 
 

Mais Além

Não basta que sua boca esteja perfumada. É imprescindível

que permaneça incapaz de ferir.

É importante que suas mãos se mostrem limpas. É essencial,

no entanto, verificar o que fazem.

Bons ouvidos são, certamente, um tesouro. A Justiça Divina,

porém, desejará saber como você ouve.

Excelente visão é qualidade louvável. Todavia, é interessante

notar como você está vendo a vida.

Possuir saúde física é reter valioso dom. Mas é necessário

considerar o que faz você do corpo sadio.

Raciocínio claro é virtude. Entretanto é imperioso observar

em que zona mental está você raciocinando.

Bela imaginação é trazer consigo maravilhoso castelo. Convém

reparar, porém, com que imagens você povoa o seu palácio
interior.

 Grande emotividade é característico de riqueza íntima. Contudo,

é preciso saber como gasta você as emoções.

Possibilidades de produzir intensamente são recursos preciosos.

No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo
que você produz.

Capacidade de prosseguir, vida afora, lepidamente, é uma

bênção. Não se esqueça, todavia, da direção que seus pés vão
tomando através dos caminhos.
 
Extraído do Livro Agenda Cristã
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Andre Luiz




quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Visitação a doentes


Visitação a Doentes

A visita ao doente pede tato e compreensão.
Abster-se de dar a mão ao enfermo quando a pessoa for admitida à presença dele, com exceção dos casos em que seja ele quem tome a iniciativa.
Se o visitante não é chamado espontaneamente para ver o doente, não insistirá nisso, aceitando tacitamente os motivos imanifestos que lhe obstam semelhante contato.
Toda conversa ao pé de um doente, exige controle e seleção.
Evitar narrações ao redor de moléstias, sintomas, padecimentos alheios e acontecimentos desagradáveis.
Um cartão fraterno ou algumas flores, substituindo a presença, na hipótese de visitação repetida, em tratamentos prolongados, constituem mananciais de vibrações construtivas.
Conquanto a oração seja bênção providencial, em todas as ocasiões, o tipo de assistência médica, em favor desse ou daquele enfermo, solicita apreço e acatamento.
Nunca usar voz muito alta em hospital ou em quarto de enfermo.
Por mais grave o estado orgânico de um doente, não se lhe impor vaticínios acerca da morte, porquanto ninguém, na Terra, possui recursos para medir a resistência de alguém e, para cada agonizante que desencarna, funciona a Misericórdia de Deus, na Vida Maior, através de Espíritos Benevolentes e Sábios que dosam a verdade em amor, em benefício dos irmãos que se transferem de plano.
Toda visita a um doente  quando seja simplesmente visita, deve ser curta.

Extraído do Livro Sinal Verde
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz

terça-feira, 25 de novembro de 2014

AS BEM AVENTURANÇAS

Palestra realizada em 22/11/2014.


Mediunidade e Alienação Mental


Mediunidade e alienação mental

Reunião pública de 13/6/1960
Questão nº 221 Parágrafo
5º
Quantos não se resignam com as verdades que a Doutrina Espírita veio
descerrar à mente humana, há mais de um século, dizem, inconscientemente, que a
mediunidade gera a loucura.
E multiplicam teorias complicadas que lhes justifiquem o modo de pensar,
observando-a
simplesmente como “estado mórbido”, dando a Ideia de especialistas
que apenas examinassem os problemas do homem natural através do homem doente.
*
Considerando=se
a mediunidade como percepção peculiar à estrutura
psíquica de cada um de nós, encontrá-la-emos,
nos mais diversos graus, em todas as
criaturas.
À vista disso, podemos situá-la
facilmente no campo da personalidade,
entre os demais sentidos de que se serve o Espírito a fim de expressar-se
e evolver
para a vida superior.
Não ignoramos, porém, que os sentidos transviados conduzem fatalmente à
deturpação e ao desvario.
Os olhos são auxiliares imediatos dos espiões e dos criminosos que urdem a
guerra e povoam as penitenciárias; contudo, por esse motivo, não podem ser
acusados como fatores de delinquência.
Os ouvidos são colaboradores diretos da crueldade e da calúnia que
suscitam a degradação social, mas não apresentam, em si mesmos, semelhantes
desequilíbrios.
As mãos, quando empregadas na fabricação de bombas destruidoras, são
operárias da morte; entretanto, não deixam de ser os instrumentos sublimes da
inteligência em todas as obras primas
da Humanidade.
O sexo, que constrói o lar em nome de Deus, por toda parte é vítima de
tremendos abusos pelos quais se amplia terrivelmente o número de enfermos
cadastrados nos manicômios; contudo, isso não é razão para que se lhe deslustre a
missão divina.
*
A manifestação é da instrumentalidade.
O erro é da criatura.
A faculdade mediúnica não pode, assim, responsabilizar-se
pela atitude
daqueles que a utilizam nos atos de ignorância e superstição, maldade e fanatismo.
E qual acontece aos olhos e aos ouvidos, às mãos e ao sexo que dependem
do comando mental, a mediunidade, acima de tudo, precisa levantar-se
e esclarecer-se,
edificar-se
e servir, com bases na educação.

Extraído do Livro Seara dos Médiuns
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Tua Paz Interior


Tua Paz Interior


Evita o tumulto extravagante das novidades perturbadoras.
Harmoniza-te de forma que não sejas arrebatado pela ilusão de estar presente em todo lugar ao mesmo tempo, fruindo somente prazeres, possuindo os equipamentos mais recentes, que logo são ultrapassados por outros mais complexos, incapazes, porém, de proporcionar-te a harmonia interior.

Essa correria insensata para a aquisição de instrumentos de utilidade tecnológica e virtual esconde, no seu bojo, a fuga psicológica do indivíduo que não se encoraja a viajar para dentro, procurando descobrir as razões dos conflitos que o aturdem, escondendo-se sob a tirania das máquinas que lhe permitem comunicação com o mundo e todos quantos deseje, sem produzirem a autorrealização no seu possuidor.

Ninguém vive em paz interior sem a consciência do dever retamente cumprido. Após anestesiar-se a consciência por algum tempo, ei-la desperta, gerando culpa e necessidade de corrigenda. Daí o enfermo moral busca novamente a distração nos mecanismos de fuga e transferência.
O ser humano está destinado à glória imortal. A sua é a fatalidade das excelsas bênçãos que o aguardam. Dessa forma, a conquista da dignidade moral é um desafio que deve ser enfrentado e vivenciado desde as experiências mais simples, a fim de ser criado o condicionamento superior para que se transforme em aquisição valiosa. Eis por que o Espiritismo, na sua condição de filosofia exemplar, oferece o concurso da iluminação interior, explicando as razões da existência, sua finalidade, sua origem e sua culminância...


                                          Extraído do livro Ilumina-te
Psicografado por Divaldo Pereira Franco
Pelo Espírito Joanna de Ângelis

domingo, 23 de novembro de 2014

Melindres


Melindres


Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração.
Dê aos outros a liberdade de pensar, tanto quanto você é livre
para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muita vez, uma opinião diversa da sua pode ser de grande auxílio
em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.
Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.
Quem reclama, agrava as dificuldades.
Não cultive ressentimentos.
Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.
Não se aborreça, coopere.
Quem vive de se ferir, acaba na condição de espinheiro.


Extraído do Livro Sinal Verde
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito André Luiz